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Programação


Núcleo Experimental de Cinema | Suspense

O MIS traz uma nova oportunidade para quem deseja conhecer e participar de todas as etapas de uma produção cinematográfica. O Núcleo Experimental de Cinema do MIS, que estreou em 2016 com produção e finalização do filme de terror O Experimento e que, em 2017, produziu a ficção científica CLARA.MEM, lança a terceira convocatória do projeto. Desta vez, o gênero escolhido é suspense.

A partir do dia 21 de novembro, interessados em cinema e audiovisual, produção compartilhada e D.I.Y (faça você mesmo) poderão se inscrever na convocatória do Núcleo, que selecionará participantes para atuação nas mais diversas funções técnicas e criativas do cinema: diretor, produtor, roteirista, diretor de arte, editor/montador, diretor de fotografia, efeitos visuais/computação gráfica e edição de som/som direto. A execução do trabalho do Núcleo consistirá na produção coletiva e finalização de um curta-metragem de suspense, que será posteriormente exibido dentro da programação do MIS.

Os selecionados também participarão de encontros com diretores e produtores de grande importância para o cinema nacional, com o objetivo de debater o processo criativo e de produção de um filme. A convocatória com todas as informações do Núcleo Experimental de Cinema do MIS pode ser conferida aqui. As inscrições podem ser efetuadas, gratuitamente, entre os dias 21 de novembro e 22 de janeiro de 2018, neste formulário (clique aqui).

Sobre o Núcleo Experimental de Cinema do MIS
Criado em 2016, o projeto tem, como principais objetivos, incentivar a produção de curtas-metragens nacionais, contribuir para o aperfeiçoamento de novos produtores de conteúdo audiovisual e ser um espaço de convergência dos novos produtores com o cinema. A primeira edição, realizada entre março e junho de 2016, resultou na produção e finalização do filme de terror O Experimento - que não apenas foi exibido no Museu, como em outras importantes salas da capital paulista e, ainda, em festivais nacionais e internacionais: 3º Festival Curt''Arruda, de Portugal; Rio Fantastik (RJ); Morce-Go Vermelho - Goiás Horror Film Festival (GO); e 2º Petit Pavé – Mostra de Cinema Independente de Curitiba (PR). Semana Paulistana do Curta-Metragem no CCSP (SP); VII Festival Pachamama (AC); Mostra Curta em Cena de Mairiporã (SP), e 16a. Mostra do Filme Livre (RJ/ BH e SP) no CCBB Rio de Janeiro, CCBB Belo Horizonte e na Matilha Cultural (SP). Confira o trailer oficial do filme: https://www.youtube.com/watch?v=-bj6by534mU
Já a segunda edição, realizada em 2017 e com o tema ficção científica, resultou no filme CLARA.MEM (trailer: https://www.youtube.com/watch?v=Mpm5SqiSbmg).

Para mais informações sobre a primeira edição, clique aqui.

Para mais informações sobre a segunda edição, clique aqui.

Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail: experimentalmis@mis-sp.org.br

Sobre os Workshops e os convidados

Beto Brant dirigiu os filmes Os matadores (1997) e Ação entre amigos (1998), dando início à parceria com o escritor e roteirista Marçal Aquino e o diretor e produtor Renato Ciasca. Sócio da empresa Drama Filmes produziu e dirigiu os filmes O invasor (2002), Crime delicado (2005), Cão sem dono (2007), O amor segundo B. Schianberg (2009) e Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios (2012). Em 2013, entrou em cartaz com o filme Mundo invisível, produzido pela Mostra de Internacional de Cinema de SP e Gullane Filmes. No seu trabalho mais recente, Brant divide a direção com a atriz Camila Pitanga do longa Pitanga (2016), documentário que investiga o percurso estético, político e existencial do ator Antonio Pitanga.

Daniel Furlan é apresentador de televisão, humorista, ator e  roteirista. Em 2013, Furlan e Juliano Enrico foram os últimos contratados pela MTV Brasil, onde criaram, escreveram, dirigiram, atuaram e editaram o talk-show O Último Programa do Mundo, que se passava em um cenário pós apocalíptico em que o "mundo" era a MTV Brasil, que estava fechando as portas. O programa depois ressurgiu no youtube e no canal FX.Também com Juliano, toca a animação na Cartoon Network, Irmão do Jorel, onde faz a redação final dos roteiros e a voz original dos personagens Carlos Felino, William Shostners, executivos e Déboro, entre outros que aparecem esporadicamente. Desde 2009, faz parte do canal do YouTube TV Quase, no qual faz outros programas como o Falha de Cobertura, em que comenta futebol ao lado o personagem Cerginho, e o Choque de Cultura, em que comenta cinema ao lado dos personagens Rogerinho do Ingá, Maurilio dos Anjos e Julinho da Van. Seu mais recente trabalho na TV é o talkshow Lady Night (Multishow), de Tatá Werneck, onde assina roteiros e faz parte do elenco.

Guilherme Chiappetta é produtor e músico, além de estar por trás do grupo experimental África lá em casa, com o qual lançou quatro álbuns, que mistura influências de jazz, música brasileira e música erudita. Em 2005, produziu e gravou o CD Outros Nunos, do guitarrista Nuno Mindelis. Posteriormente, co-produziu e participou do disco Free Blues, de Mindelis. Paralelamente, desenvolveu também seu trabalho próprio na música, realizando trilhas sonoras para dança, teatro e cinema. Foi responsável pela gravação e mixagem do documentário O Haver, uma homenagem do artista Elifas Andreato ao amigo Vinicius de Moraes. A obra reuniu depoimentos de 14 compositores da MPB, entre eles Chico Buarque, Martinho da Vila e Paulinho da Viola, para o centenário do compositor. É o responsável por criar uma trilha autoral para a 3ª. Edição do Núcleo Experimental de Cinema do MIS.

Nara Sakarê é idealizadora e diretora do grupo de pesquisa em cinema com foco no trabalho do ator, AP43. Iniciou sua carreira no cinema como integrante da equipe de preparação de elenco nos filmes Cidade de Deus, de Fernando Meirelles, e Desmundo, de Alain Fresnot. Em 2015, fez a direção de atores do longa de Roberto Gervitz Prova de Coragem, e, em 2016, do filme Uma noite não é nada, de Alain Fresnot,  e também de A grávida da Cinemateca, de Christian Saghaard, além de preparar o elenco principal da série Natureza Morta, de Flavio Frederico e Murilo Pasta. Dirigiu os curtas A festa e Sophia, do Grupo AP43, e co-dirigiu com André Meirelles Collazzi o curta-metragem Cylene, selecionado para o Short Film Corner 2016 de Cannes, Festival Internacional de Huesca 2016 e para a Mostra Internacional de Curta-Metragem de São Paulo 2016. Como atriz integrou o elenco dos filmes Tríade, de Amilcar Claro; Cotidianos, de Gustavo Vianna; Lucas, de Rafael Yoshida; Não deixe Joana Só, de Cecília Engels; A encarnação do demônio, de José Mojica Marins; Jogo subterrâneo, de Roberto Gervitz; Dois em uma torre, de Athanasios Kalogiannis; Meio irmão, de Eliane Coster. No teatro, trabalhou com Antunes Filho (CPT) ao longo de cinco anos. Em 2016, foi professora na Escola de Arte Dramática da USP (EAD)

Ricardo Grynszpan é roteirista e professor. Escreveu a mini-série Zé do Caixão (TNT e Space) e também episódios das séries Lili, a ex e Tempero secreto, ambas na GNT. Fez parte das equipes de roteiro das séries de animação Osmar, a primeira fatia do pão de forma (Gloob e Cultura), Os Underundergrounds (Nickelodeon) e Boris e Rufus (Disney). Escreveu junto com Newton Cannito o longa Magal e os Formigas e com Ariane Porto O Crime da Cabra. É professor de Roteiro da Academia Internacional de Cinema de São Paulo.

Tadeu Jungle é um artista multimídia brasileiro com atuação nas áreas de fotografia, vídeo, instalações, poesia visual e Realidade Virtual, com uma carreira estabelecida como roteirista e diretor de cinema e TV. Graduado em Rádio e TV pela Escola de Comunicações e Artes da USP, ganhou uma bolsa do Ministério da Educação para estudar Televisão na San Francisco State University, EUA. Iniciou atividades na década de 80 em São Paulo com mídias alternativas: grafites poéticos, arte-correio e poesia em pequenos adesivos. Foi um dos pioneiros na disseminação no Brasil, do vídeo enquanto arte.  Desde 2000 dedica-se à fotografia. É sócio-fundador da produtora de cinema Academia de Filmes, hoje com 20 anos de atividades, onde dirige filmes, programas de TV, documentários e projetos em Realidade Virtual. Dirigiu o longa-metragem de ficção Amanhã nunca mais, com Lázaro Ramos como protagonista, lançado em 2011. Também dirigiu o documentário Evoé sobre o ator, dramaturgo e diretor Zé Celso, lançado pelo Itaú Cultural em 2011. Dirige o primeiro documentário brasileiro em Realidade Virtual intitulado Rio de lama, sobre a tragédia de Mariana, MG e o primeiro filme em Realidade Virtual feito com os índios do Xingu: Fogo na floresta.

 

Walter Carvalho é diretor e diretor de fotografia. Nascido em João Pessoa e herdeiro do Cinema Novo, começou ajudando o irmão — o também cineasta Vladimir Carvalho — como fotógrafo. Aos poucos, foi assumindo outros projetos de fotografia em cinema até se tornar também diretor de cinema. Sua apurada fotografia cinematográfica tem a marca inconfundível do cinema brasileiro. Premiado diretor de fotografia, trabalhou com grandes nomes do cinema nacional, como Glauber Rocha e Nelson Pereira dos Santos. Estabeleceu uma parceria mais constante com o cineasta Walter Salles, com quem trabalhou em vários filmes. Começou no cinema trabalhando em filmes de seu irmão, o documentarista Vladimir Carvalho, e como assistente dos diretores de fotografia José Medeiros, Dib Lutfi e Fernando Duarte. Entre os mais de 40 prêmios que já recebeu, destacam-se os troféus em festivais internacionais voltados para fotografia, como o CameraImage, na Polônia, em que recebeu o Golden Frog por Central do Brasil, e o Festival da Macedônia, onde recebeu a Câmera de Prata por Terra estrangeira e duas Câmeras de Ouro, por Central do Brasil e Lavoura arcaica. É diretor de Fotografia de alguns dos maiores sucessos nacionais, entre eles Terra estrangeira (1995), Central do Brasil (1998), Lavoura arcaica (2001), Abril despedaçado (2001), Madame Satã (2001), Amarelo Manga (2003), Carandiru (2003), Cazuza - O tempo não para (2004, também co-diretor), O homem que engarrafava nuvens (2009), Febre do fato (2010) e O filme da minha vida (2017). 

 

 

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