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Soundtrack por Oskar Metsavaht

O Museu da Imagem e do Som recebe a instalação multimídia Soundtrack por Oskar Metsavaht. Em um singular projeto, o artista plástico Oskar Metsavaht assumiu o olhar do personagem Cris, vivido por Selton Mello, e traz para a realidade o projeto final de Cris que teria ficado no universo cinematográfico. A mostra faz um percurso estreito e cada imagem é exibida junto a um headphone, onde é possível ouvir exatamente o que o personagem do longa, um artista e fotógrafo, ouvia no momento de seus próprios retratos.

“Nesta mostra, o artista Oskar Metsavaht nos dá a sua experiência de despersonalização. Cris é ele. Ele é Cris. Esta exposição é exatamente a que o personagem Cris teria feito no filme”, explica Marc Pottier, curador da mostra. “Soundtrack é uma instalação, um caminho labiríntico íntimo, pontilhado com uma série de autorretratos em pequenos formatos e fones de ouvido que convidam o público a mergulhar no mundo de Cris”, completa.

Na trama, Cris (Selton Mello) mergulha num projeto de autorretratos e captação de sons numa fictícia estação polar de pesquisas. O lugar inóspito e o estado emocional do personagem transbordam para as imagens conforme Cris ouve as músicas que selecionou para cada shooting. O trailer do filme está exibido em looping na montagem e a estreia nos cinemas, marcada para 6 de julho.

SOBRE O ARTISTA

Oskar Metsavaht é uma personalidade essencialmente criativa. Filho de pai médico e mãe professora de história da arte, ao longo da vida tratou de mesclar um pouco das duas heranças. Médico de formação, sempre manteve o hábito da fotografia. O lado estilista e diretor de arte nasceu quando fundou a Osklen e a colocou no mapa das maiores marcas de moda do país e de reconhecimento internacional.

Designer autodidata, Oskar usa a fotografia para registrar tudo aquilo que o inspira para seus projetos. O exercício com as imagens impulsionou o progresso do seu trabalho artístico individual e aflorou uma profissionalização que não tardou.

Oskar realizou sua primeira exposição individual, intitulada Ipanema, durante a Miami Art Basel, apresentado por Sue Hostetler e Vik Muniz em 2011. De lá pra cá, diversas exposições coletivas e individuais encorpam sua biografia artística que passam por instituições e eventos como a exposição coletiva Madeby...Feito por Brasileiros, no Cidade Matarazzo em São Paulo; na Ocupação Mauá, durante a ArtRio; no Arte Clube Jacarandá na Miami Art Basel; com individual no Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro; dentre outras. Duas de suas obras, uma pintura e uma videoinstalação, foram selecionadas para fazer parte das coleções do MAR (Museu de Arte do Rio) e do Museu Histórico da Cidade.

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