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Notas Contemporâneas com Eduardo Araújo

Fãs da Jovem Guarda não podem perder a edição de outubro do programa Notas Contemporâneas do MIS. Desta vez, o compositor e cantor Eduardo Araújo - autor de grandes clássicos da música na década de 60, como O bom e Pode vir quente que eu estou fervendo - participa de um bate-papo sobre sua carreira, mediado por Cleber Papa, curador do projeto. Em meio à conversa, a Banda MIS interpreta seus sucessos no palco. O público presente também poderá interagir e enviar perguntas a Eduardo durante o evento.

O Notas Contemporâneas acontece no dia 10 de outubro, às 20h00, no Auditório MIS (172 lugares). O ingresso, gratuito, deve ser retirado com 1h de antecedência na bilheteria do Museu. 

Sobre o artista
Nascido no interior de Minas Gerais, na cidade de Joaíma, Eduardo é filho do fazendeiro Coronel Lídio Araújo. Na infância, seus ídolos eram Luiz Gonzaga e Pedro Raimundo. Na adolescência, Eduardo se deixou influenciar pelo rock and roll e rockabilly (principalmente por Gene Vincent) e, em 1958, participou da banda "The Playboys". Em 1960, se apresentava no programa de rádio de Aldair Pinto. Em 1960, Eduardo se mudou para o Rio de Janeiro e passou a se apresentar no programa de televisão "Hoje É Dia de Rock" apresentado por Jair de Taumaturgo. Em 1967, após gravar os The Fevers e assinar um contrato com a TV Excelsior, gravou dois de seus maiores sucessos, as canções "O Bom" e "Vem Quente Que Estou Fervendo" (gravada anteriormente por Erasmo). Eduardo assinou contrato com a TV Excelsior para apresentar o programa "O Bom", ao lado de Sylvinha, com quem se casaria em 1969. Com o fim da Jovem Guarda, Eduardo gravou discos influenciado pela psicodelia e o rock progressivo, nessa época recriou canções de compositores brasileiros como Chico Buarque, Ary Barroso e Luiz Gonzaga

Sobre o programa Notas Contemporâneas
O projeto mensal, com curadoria de Cleber Papa, registra depoimentos de compositores e intérpretes icônicos da música popular brasileira. O programa se divide em duas etapas: a primeira é composta por um longo depoimento realizado em estúdio com a pesquisadora Rosana Caramaschi, que passa a integrar o acervo do MIS; a segunda é ao vivo no palco do auditório do museu com mediação do jornalista Cadão Volpato ou de Cleber Papa, acompanhado da Banda MIS que faz releituras inéditas e exclusivas dos maiores sucessos do homenageado. A entrada é livre e os fãs dos artistas muito bem-vindos, o público pode participar fazendo perguntas que serão selecionadas pelo museu e, assim, integram o roteiro da noite. 

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