Residentes
Graziele Lautenschlaeger
Nascida em Rio Claro/SP no ano de 1983, vivendo e trabalhando em Belo Horizonte/MG, formada em Imagem e Som pela Universidade Federal de São Carlos.(2002-2005) e Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo/Escola de Engenharia de São Carlos / Nomads.usp - Núcleo de Estudos em Habitares Interativos. (2007-2010). Pesquisadora visitante no Interface Culture Department da Kunstuniversität Linz na Áustria (2008) e no Lagear - Laboratório Gráfico para Experimentação Arquitetônica / Universidade Federal de Minas Gerais.
Rita Wu
Nasceu em Araraquara, SP. Atualmente trabalha na Galeria Fortes Vilaça e é estudante de Arquitetura e Urbanismo na Universidade de São Paulo e Tecnologia Gráfica no SENAI. Desenvolveu pesquisa sobre Prototipagem Rápida. Atualmente pesquisa Arte Interativa, participa do Grupo de Pesquisa da FAUUSP DeVIR ‘Design, Ambiente e Interfaces’. Em 2009 apresentou duas performances na Semana VERBO e no Live Cinema. Já participou de exposições de fotografia e na Bienal de Arquitetura em 2007 e apresentou em 2010 o COMPASSO no Festival Contato, em São Carlos. Recebeu prêmios no Festival do Minuto, Fotografia do Centro de São Paulo e Bienal de Arquitetura.
Nascido em 1987, vive e trabalha na cidade de Belo Horizonte. Bacharelando em Artes Visuais na Escola de Belas Artes da UFMG, atua nas áreas de arte e tecnologia, vídeo, fotografia e design. Participou de exposições e festivais em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, México, Estados Unidos, França, Espanha, Alemanha, Suiça e China. Em 2010 realizou a instalação 'not so many possibilities' na residência do JA.CA – Jardim Canadá Centro de Arte e Tecnologia, projeto de game art em que explora conformações alternativas para campos esportivos. Desde 2006 desenvolve pesquisa acerca de manipulações digitais e analógicas em fotografia e vídeo. Membro fundador do coletivo Marginalia Project, desenvolveu o protótipo Marginalia 1.0 beta, premiado com o 1º lugar no Festival Conexões Tecnológicas do Instituto Sergio Motta em 2008. Em 2009 foi indicado ao 8º Prêmio Sergio Motta na categoria Início de carreira e premiado no 4º Edital Filme em Minas para o desenvolvimento da instalação audiovisual interativa Marginalia 1.0. Coordena o laboratório de arte e tecnologia Marginalia+Lab em Belo Horizonte.
Co-autores do projeto biohappenings:
Felipe Turcheti
1986, Barbacena, Brasil.
Vive e trabalha em Belo Horizonte.
Designer, programador, atua na área de arte e tecnologia, tendo sido premiado no Festival Conexões Tecnológicas do Instituto Sérgio Motta em 2010. Realizou em conjunto com Vicente Pessôa a instalação Es;pro e a programação do projeto Devorondina exposto no 5° Vivo Arte.Mov, Salvador.
Aline X
1984, Belo Horizonte, Brasil.
Vive e trabalha em Belo Horizonte.
Realizadora e catalizadora de projetos artisticos que lidam com a livre experimentação das linguagens, em especial investigações com imagens em movimento. Entre seus últimos trabalhos, estão: U (2010) longa-metragem independente que trata do universo poético-terrorista; Golpes (2009) DVD interativo que parte da fabricação de uma câmera-óculos propondo uma narrativa videografica em primeira pessoa; Rivadavia 2010 (2007) video experimental editado a partir de imagens captadas em telefone celular e processadas a posteriori; Vão dos Buracos (2006) documentário de média metragem que registra a chegada da luz elétrica em vilarejo do inteior de MG; TV Elástica (2005) video-instalação que propõe a constituição de uma timeline fisíca a partir de televisores que exibem o mesmo trecho de video que se diferenciam por lapsos temporais.
Vanessa de Michelis
Belo Horizonte, Brasil.
Vive e trabalha em Belo Horizonte.
Designer de som, pesquisa a construção de instrumentos musicais personalizados em hardware e software, criação de bancos sonoros em estúdio, gravação de campo, som direto e antropologia sonora. É fundadora da netlabel creative commons Azucrina Records e do coletivo-estúdio multimídia Azucrina.org. Desenvolveu o projeto Detector de Poluição Sonora via Marginalia+Lab, o grupo de pesquisa em Pure Data no Rio de Janeiro PD Objetos, além de ser colaboradora dos sites de investigação sonora Soundcities (Holanda) e Freesound (Bélgica/Espanha).
O coletivo Banda Esquizofônica é um coletivo interdisciplinar formado por Eduardo Duwe, José Silveira, Kako Guirado, Mica Farina e Moacir Carnelós que procura criar obras que estabeleçam relações entre arte e ciência.
O primeiro trabalho conjunto ocorreu no Festival de Artes Digitais - FAD 2010 em Belo Horizonte sob o título Acorde Suspenso.
Eduardo Duwe
Formado em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Libero, vive e trabalha em São Paulo. Fotógrafo e documentarista, é autor de diversos documentários, ensaios e vídeos experimentais exibidos em festivais no Brasil e exterior. Dentre eles se destaca Homens, máquinas e deuses, documentário exibido na TV Cultura eTV Sesc dentro do Programa Janela Brasil e selecionado entre outros para o 16 Festival Ibero- Americano de Cinema e Video – Cinesul, e para a Mostra Internacional do Filme Etnográfico onde ganhou menção honrosa. - e o video experimental “Ensaios de Câmera, exibido no Festival Art Tech Cordoba 2008/ Festival Art Tech Teneriffee e La Pantalla Pintada Festival de Videoarte de Buenos Ayres 2010.
José Silveira
Nascido em 1972, vive e trabalha em São Paulo. Formado em Arquitetura pela Universidade de São Paulo, José Silveira vem atuando profissionalmente na área de cenografia desde 2001, realizando trabalhos em Teatro, Cinema, Exposições e Eventos. Recebeu os prêmios de melhor cenografia de teatro infantil APCA 2003 e FEMSA 2006 e mais uma indicação ao FEMSA 2007. Participa como ilustrador da revista Chari Vari, ministrando oficinas de desenho e cenografia, e também tem trabalhos como iluminador de espetáculos de dança e Shows.
Kako Guirado
Nascido em 1962, vive e trabalha em São Paulo. Formado em Educação Artística com licenciatura em Música e Artes Cênicas, desenvolve, cria, dirige e coordena projetos acústicos.
Dentre os principais trabalhos estão: a direção, criação e desenho de som (Sound Design) Companhia Teatro da Vertigem, nos espetáculos “O Livro de Jô” (Brasil, Dinamarca e Chile), “Apocalipse 1,11” (Brasil, Portugal, Venezuela, Polônia e Alemanha), o “BR3” realizado em São Paulo no Rio Tietê (no leito) e no Rio de Janeiro na Baia da Guanabara, dentro do Riocenacontemporânea 2007, o projeto “A Última Palavra é a Penúltima”, e “O Kastelo” SESC Paulista, projeto e desenho de som em 16.1. Realizou a coordenação e a direção técnica de áudio do FILO - Festival Internacional de Londrina, durante 15 anos consecutivos e a consultoria e coordenação técnica das Bienais de Arte e Arquitetura junto a Fundação Bienal.
Mica Farina
Nascido em 1978, vive e trabalha em São Paulo. Bacharel em composição pela Faculdade Santa Marcelina, com iniciação científica pela FAPESP sobre modelos lógicos de Edmond Coster. Compositor, arte-educador e produtor musical paulista, Mica Farina é autor de diversas trilhas para cinema, teatro e exposições. Sua produção tem circulado em diversos festivais de cinema, música e teatro, nacionais e internacionais. Sua pesquisa é multidisciplinar abrangendo a composição assistida por computador, a música eletroacústica e projetos artísticos interlinguagens .Apresenta-se com os grupos Berlam e a Banda Larga, o trio de música francesa Suite e o grupo de rap QISP.
Moacir Carnelós Filho
Nascido em São Paulo no ano de 1968, vive e trabalha em Mairiporã – SP. Mestre em Biotecnologia pela USP- SP, sua linha de pesquisa específica é a Ecologia Acústica, compreendendo estudo da paisagem sonora como bio-indicador ambiental. Trabalhou de 2002 a 2008 como consultor independente para a Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras, na gestão de projetos de pesquisa e também na pesquisa de monitoramento ambiental na Amazônia, baseado em sistemas robóticos autônomos. Foi colaborador da produtora Silente de eventos musicais e multimeios. Professor convidado no curso de Pós-Graduação em Arteterapia do Instituto de Artes da UNESP, em São Paulo. Professor na UMAPAZ (PMSP), no curso de pós-graduação em Arte, Ecologia e Sustentabilidade.
Karina Montenegro
Nascida em 1976, Karina Montenegro é paulista, vive e trabalha em São Paulo..Atua como artista, programadora e pesquisadora nas áreas de convergência entre arte, design, audiovisual e mídias digitais. Premiada no Premiado no HTTPvideo, com o video f.lux, realizou projeções de video no Brasil e em NY, participou de festivais como Mostra Live Cinema , The Creators Project, Festival de Arte Digital (FAD), Artemov. Faz video cenários para artistas com Mark Ronson, Titãs, Mobius Collective, Taylor MacFerrin e Paralamas do Sucesso.
Mirella Brandi
Designer de luz e Artista plástica nascida em Roma-Italia no ano de 1968. Vive e trabalha em São Paulo. Formada em Plásticas pela faculdade de Belas Artes, Artes Cênicas pela USJT e Designer de luz pela City Lit em Londres. Desenvolveu inúmeros projetos de luz para exposições, projetos experimentais, shows, óperas e peças de teatro e dança contemporânea no Brasil, França, Italia, China e América do sul. Vencedora do prêmio PANAMCO de iluminação. Estão entre seus últimos trabalhos a direção de Arte nos projetos Play on Earth e What´s Wrong with the World uma co-produção Brasil, Inglaterra e Singapura; Zona de Risco, residéncia artística que reuniu 4 coletivos de diferentes linguagens artísticas no CCSP e a concepção e direção artística de OP1 vencedor do Rumos dança.
Muepetmo
Músico, produtor e compositor nascido em 1977 na cidade de São Paulo onde vive e trabalha. Formado pela SAE (Institute Audio Engineering) na Holanda, realizou um ano de 'Residencia Invadida' no CVA (Conservatorium Van Amsterdam) onde criou composições em inúmeros tipos de pianos e cravos originais de diversas épocas. Se dedica à criação, pesquisa e experimentação de música eletrônica, utilizando sofisticados recursos técnicos em suas composições.Criador de trilhas para vídeo, teatro e espetáculos de dança. Como músico e compositor, participa de várias edições do FILE (Festival Internacional de Linguagem Eletrônica) além do FAD (Festival de Arte Digital) e LiveCine entre outros tantos Festivais, exposições e eventos artísticos em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, New York e Montreal. Lança em 2010 o album: Depression, Desperation, Emotional Pressure, Physical Pain, Anxiety, Finantial Difficulties or Other Undesirable Situations.
Ricardo Nascimento trabalha como artista, produtor e desenvolvedor multimídia. Investiga as relações entre corpo e ambiente com foco no desenvolvimento de interfaces vestíveis e ambientes interativos. Participou em 2008 do Social fabrics ART+MEDIA+INTERCONNECTIVITY (Dalas, EUA), Bangkok Experimental Film Festival - BEFF (Tailândia), do Optical Festival (Paris, Madrid e Gijón), além do Festival Hollywould, em Los Angeles, entre outros. Em 2009, participou de festivais e exposições nos Estados Unidos, Europa e América Latina, como o II Festival de Arte Digital (Belo Horizonte), Speculum Artium 2009 (Trbovlie, Eslovênia), WRO 09 Expanded City, na 13ª Bienal de Arte de Wroclaw (Polônia), New Media Meeting (Nooköping, Suécia) etc. Em 2010, já participou da Campus Party (São Paulo) e do Japan Media Arts Festival (Tóquio, Japão). Mais informações em www.popkalab.com
orientador: Jum Nakao
Celina Portella estudou design na Puc-Rio e se formou em artes plásticas na Université Paris VIII. Desde 2000 investiga questões sobre a representação do corpo a partir do vídeo, realizando instalações, projeções, performances e intervenções urbanas. Participou da residência no Centre international d'accueil et d'échanges des Récollets em Paris, na Galeria Kiosko na Bolívia e no Centro de Residência de Artístas Contemporâneos CRAC Valparaiso no Chile. Foi premiada no II Concurso de Videoarte da Fundação Joaquim Nabuco em Recife e contemplada com a bolsa de pesquisa no Núcleo de Arte e Tecnologia da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro. Participou do Projeto imagem pensamento, em Belo Horizonte, do 60º Salão de Abril, Fortaleza e do 15o Salão da Bahia, entre outras exposições e mostras. Como bailarina e co-criadora trabalhou com os coreógrafos Lia Rodrigues e João Saldanha.
Vive e trabalha em Lladó e Barcelona. Estudou Artes e Ofícios na Escola d’Art d’Olot (Olot, Espanha). Em 2002 realizou residência na Cidade do México quando começou a trabalhar com suportes documentais como a fotografia e o registro audiovisual. Destacam-se as exposições individuais: F for Flâneur (Museu de l’Empordà, Figueres, 2010), Dispersió de la primera pedra (Centre d'Art Contemporani de Barcelona, 2010), Suite per un epicentre desplaçat (Museu Abelló, Barcelona, 2009), Floating lines (Galeria Umberto di Marino, Nápoles, 2009), Espai Diògenes (Bòlit Centre d’Art Contemporani, Girona, 2008). E as exposições coletivas: 89 KM - Colección CGAC (Museo de Arte Contemporánea, Vigo, 2010), Antes que todo (Centro de Arte 2 de Mayo, Madrid, 2010), 4^Parete? (Pallazzo della Frumentaria, Sassari, Italia, 2009), Hacia/Desde México D.F. (Instituto Cervantes Estocolmo / Instituto Cervantes París, 2008), Información contra información (Centro Galego de Arte Contemporánea, Santiago de Compostela, 2007), Paperback (Fundación Luís Seoane, Coruña, 2007), O futuro da actualidade (Centro Galego de Arte Contemporánea, Santiago de Compostela, 2006), Desecho (Casa del Lago, Ciudad de México, 2006), Parafraseando al diablo (Harto_espacio, Montevideo, 2005).
Conheça o projeto do artista: www.jordi-mitja.blogspot.com
Intercâmbio de residência internacional entre o LABMIS e o Can Xalant, Centro de Criação e Pensamento Contemporâneo de Mataró (Espanha).
Alexandre Marino Fernandez
Graduado em Comunicação Audiovisual (2004) e pós-graduado em Composição Musical e Tecnologias Contemporâneas pela Universidad Pompeu Fabra (Barcelona, 2008). Recebeu o prêmio Beca Phonos para composição de peça sonora (Barcelona, 2008). Participou do Festival TSONAMI e do DCMT’08 en Concierto (ambos em Barcelona, 2008). Já apresentou trabalhos no Can Xalant (Barcelona, 2008), no Espaço Eureka (São Paulo, 2008), no Centro Cultural São Paulo e no SESC-SP (2007), além do FILE/Hipersônica (São Paulo, 2006).
Rafael De Marchi Gherini Molla
Graduado em Design Digital pela Universidade Anhembi Morumbi (2004), já realizou diversos cursos, principalmente nas áreas de áudio e vídeo, em espaços como Festival Sónar (Barcelona, 2003), MACBA - Museu d’Art Contemporani de Barcelona (2002) e MAM-SP (2001). Apresentou trabalhos no Espaço Eureka (São Paulo, 2008), no Estúdio EPPA (Salvador, 2008), no Centro Cultural São Paulo e no SESC-SP (2007) e no FILE/Hipersônica (São Paulo, 2006).
Conheça o resultado da pesquisa em www.alreves.org
Orientadores: Daniela Kutschat, Fernando Iazzetta e Tuti Fornari.
Denise Agassi nasceu em São Paulo em 1975. Artista multimídia, atua no campo da fotografia, videoarte e net art. É mestre em Artes Visuais pela Faculdade Santa Marcelina (2009) e bacharel em Artes Plásticas pela FAAP (2001). Participa do grupo de pesquisa arte&meios tecnológicos desde 2007 (CNPq/FASM) e do grupo de remapeamento urbano e criação coletiva Lat-23 desde 2008. Em 2009, realizou a exposição individual Olhares Ampliados no SESC Vila Mariana, participou da exposição coletiva Demasiada Presença na Escola São Paulo e do FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica. Em 2010, participou da exposição Galeria Expandida na Luciana Brito Galeria/SP.
Conheça o projeto Vista On Vista Off # 2 desenvolvido no LABMIS.
Orientadoras: Paula Alzugaray e Lucia Leão.
Artista multidisciplinar, trabalha como fotógrafo, agitador visual, hacktivist, blogueiro e diretor artístico de curtas-metragens. Formado pela Universidade de Alicante em engenharia da computação. Especializou-se em ambientes GNU/Linux. Em 2009, expôs individualmente fotografias na Sala Mas-Hay (Elche, Espanha) e também apresentou obras no Festival EME3 Collapse Massive Comprehension Machine, em 2008, e na Universidade de Saint Etienne (França), em 2004.
Intercâmbio de residência internacional entre o LABMIS e o Centro de Artes Visuais HANGAR (Barcelona, Espanha).
O laboratório contará com a consultoria de artistas orientadores, especialistas em estética digital, design de interfaces e computação, tecnologias de rede, entre outros. Contratados por temporada, eles prestarão suporte teórico e técnico aos artistas residentes do laboratório e oferecerão cursos para os mais variados públicos, enquanto desenvolvem suas próprias pesquisas.


