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O MIS exibe o piloto de Atrofia, série produzida pelos diretores de O Experimento, curta-metragem realizado pelo Núcleo Experimental de Cinema do MIS. A entrada é gratuita e após a exibição haverá um bate-papo com os diretores.

O piloto foi gravado em plena caatinga, no entorno de Petrolina (PE), no sertão nordestino. A composição climática e a vegetação contribuem para a construção do universo pós-apocalíptico da série. O primeiro episódio narra a tentativa de sobrevivência de Bia, uma pediatra corajosa que tentou alertar para a possibilidade da atrofia coletiva. Em meio ao caos, ela encontra muita voracidade, fome e violência pelo caminho.

A série foi dirigida por Geisla Fernandes e Wllyssys Wolfgang, os mesmos diretores do curta-metragem O Experimento (terror, 2016), que foi desenvolvido pelo Núcleo Experimental de Cinema do MIS. O curta recebeu prêmios e indicações nacionais e internacionais, compondo a lista de Melhores Curtas-metragens Paulistanos em 2016 e participou de festivais como Rio Fantastik, Petit Pavê e Curt’Arruda em Portugal.

SOBRE: Atrofia é uma série de ficção em live action com oito episódios independentes no gênero suspense/terror que se passa num futuro distópico. A primeira temporada será gravada na caatinga, bioma único no mundo, cuja vegetação é retorcida, esbranquiçada e atrofiada, refletindo o estado dos próprios personagens. Elementos culturais e folclóricos da caatinga também enriquecem a atmosfera de cada um dos episódios.

Num mundo assoberbado por ambição, competitividade e intolerância, o nível de cortisol (hormônio do estresse) no sangue chega a níveis altíssimos. Os resultados desse hormônio no corpo humano são desconhecidos, sabe-se que a agressividade, dificuldade de raciocínio e lapsos de memórias são alguns dos sintomas. Tudo isso é real. Mas no enredo da série, esse hormônio causa a atrofia de alguns órgãos do sentido (tato, paladar e olfato). Como isso acontece em larga escala, o mundo se destrói.