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Fãs de clássicos do suspense não podem perder a edição de setembro do Cinematographo do MIS. O programa mensal do Museu traz, no dia 22, o filme Tubarão (Universal Pictures), de Steven Spielberg, sonorizado ao vivo pelo projeto musical Koogu.

Esta edição acontece no dia 22, domingo, às 15h, no Auditório MIS (172 lugares). Os ingressos, de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), começam a ser vendidos no dia 10 de setembro, tanto na bilheteria do MIS quanto no site da Ingresso Rápido.

O evento consolida a parceria entre o MIS e a Sony Pictures Home Entertainment - que, em 2019, se uniram para exibir grandes clássicos no Cinematographo, programação do MIS que tem como objetivo resgatar a atmosfera das primeiras sessões de cinema.

Sobre o filme: Tubarão (Jaws, Universal Pictures, EUA, 1975, suspense, 124 minutos, cor, Dir.: Steven Spielberg) é um filme de suspense e aventura, baseado no livro homônimo de Peter Benchley, coautor do roteiro, com Carl Gottlieb. Na trama, um grande tubarão-branco ameaça banhistas nas praias da fictícia Amity Island, na Nova Inglaterra, levando o chefe de polícia local (Roy Scheider) a caçá-lo com a ajuda de um biólogo marinho (Richard Dreyfuss) e um caçador de tubarões profissional (Robert Shaw). Jaws foi lançado nos Estados Unidos em junho de 1975 com ampla divulgação da Universal Pictures, tornando-se um grande sucesso de crítica e comercial, conseguindo o que foi à época o maior faturamento da história. O longa também ganhou vários prêmios por sua trilha sonora e edição, incluindo três Oscar (recebendo ainda uma indicação na categoria de Melhor Filme). O filme originou três sequências, nenhuma com a participação de Spielberg ou Benchley: Tubarão II (1978), Tubarão III (1983) e Tubarão IV - A Vingança (1987).

Sobre a banda: Koogu é o nome do projeto instrumental desenvolvido pelos músicos Henrique Geladeira, Gustavo Rocha e Daniel Garça. Dessa junção resulta uma das experiências sonoras mais criativas oriunda da cidade de Natal-RN. Nos palcos desde 2014 o trio se divide entre guitarra, baixo, bateria, sintetizadores e pads eletrônicos, que são utilizados como ferramenta para criar um som denso e sem rótulos, partindo de camadas de loops de guitarra em direção a um universo próprio de colagens, texturas e timbres. Com dois trabalhos lançados (A Espera da Shuva - 2014) e (Telesterion - 2019) a banda vem circulando pelas regiões Nordeste, Sudeste e Sul apresentando suas inventivas sonoridades.

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