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[CURSO MIS ]

Representações do Nordeste no cinema brasileiro

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Os filmes brasileiros lançados entre os anos 1950 e 1960 marcaram uma renovação profunda no cinema nacional. Nesse contexto, é possível observar uma grande atração pela região Nordeste, presente em filmes tão importantes quanto Vidas secas (1963, dir. Nelson Pereira dos Santos) e Deus e o diabo na terra do sol (1964, dir. Glauber Rocha). A proposta deste curso é discutir diferentes formas de representação da região em filmes lançados no período que precede essas produções mais conhecidas, entre 1953 e 1962. Ao analisar uma produção que vai de O cangaceiro (1953, dir. Lima Barreto) a Barravento (1962, dir. Glauber Rocha), a proposta é discutir a sedimentação de uma determinada maneira de representar o Nordeste que ainda ecoa em filmes como Bacurau (2019, dir. Kleber Mendonça Filho). Essa representação possui variações significativas a depender dos diferentes gêneros (como o Nordestern), das regiões tematizadas (o sertão, o litoral, a cidade) ou mesmo as diferentes perspectivas de diretores radicados em estados diversos, como a Paraíba (Linduarte Noronha, Vladimir Carvalho), a Bahia (Luiz Paulino dos Santos, Roberto Pires, Glauber Rocha), o Rio de Janeiro (Nelson Pereira dos Santos) e São Paulo (Lima Barreto, Carlos Coimbra, Trigueirinho Neto).

Aula 1 | O problema da invenção do Nordeste. Discussão a partir de O cangaceiro (1953) e Barravento (1962)

Aula 2 | Nordestern, o Nordeste como gênero. Discussão a partir de A morte comanda o cangaço (1960) e Três cabras de Lampião (1962).

Aula 3 | Diretores paraibanos. Discussão a partir de Aruanda (1962), O cajueiro nordestino (1962) e Romeiros da guia (1962)

Aula 4 | Representações de Salvador. Discussão a partir de Bahia de Todos os Santos (1960), A grande feira (1961) e Tocaia no asfalto (1962)

  • Sobre o professor Victor Santos Vigneronadd

    Victor Santos Vigneron é professor, mestre em História Social pela Universidade de São Paulo e doutorando na mesma instituição. Em sua pesquisa, analisa a trajetória do crítico de cinema Paulo Emílio Sales Gomes entre os anos 1950 e 1970. Por esse motivo, estuda o arquivo pessoal do autor, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo.

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    Se o cancelamento da matrícula for efetuado após o prazo de 07 (sete) dias, não haverá devolução do valor pago, mas o participante poderá indicar outra pessoa para sua vaga, que gozará dos 100% já pagos.  

    → Certificado
    Para receber o certificado de participação, é necessário assistir a 75% das aulas ministradas. O certificado será enviado no prazo de até 10 dias úteis para o -email cadastrado no ato da matrícula. 

    Para eventuais dúvidas, escreva para: cursos@mis-sp.org.br

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