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Cidadão SP
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Inspirado na atmosfera das primeiras sessões de cinema, o Cinematographo é um programa do MIS que convida a cada edição uma banda ou músicos para realizar a sonorização ao vivo de um filme. 

Na edição de novembro, o Cinematographo traz uma edição especial em comemoração aos 50 anos de lançamento do filme “Laranja mecânica” no Brasil. A produção de grande sucesso de Stanley Kubrick será exibida com trilha ao vivo, criada e executada pelas musicistas Marina Decourt (direção musical, voz, beats, synths e programações), Elisa Monteiro (viola) e Vana Bock (violoncelo). 

Sobre o filme
Laranja mecânica 

(dir. Stanley Kubrick, EUA; Reino Unido e Irlanda do Norte, 1971, 136 min, 16 anos)  
Em uma desolada Inglaterra do futuro, a violência das gangues juvenis impera, provocando um clima de terror. Alex (Malcolm McDowell) lidera uma das gangues e, após praticar vários crimes, é preso e submetido à reeducação pelo Estado, com base em uma técnica de reflexos condicionados. Quando ele volta à sua vida em liberdade, é perseguido por aqueles que foram suas vítimas, Mr. Alexander (Patrick Magee) e sua esposa. 

Sobre as musicistas
Marina Decourt
é produtora musical, compositora, cantora e multi-instrumentista. Teve seu primeiro disco solo e autoral “Insights Sobre uma cidade cinza” lançado em 2019, que contou com a colaboração de músicos como Lenna Bahule (Moçambique), Yaniel Matos (Cuba), Luana Baptista (Uruguai), Sidmar Vieira, Leonardo Mendes, Rodrigo Ciampi e Sidiel Vieira, entre outros. Tem lançado singles de seu novo projeto “Creme”, que tem influências brasileiras, R&B, jazz e eletrônica. Como produtora musical e arranjadora, colaborou com artistas como banda Acajá, Camila Trindade (Afluentes), François Muleka (EP “Ovo”), Ayo Tupinambá, Graciela Soares, Luiza Meiodavila, Renata Canin, Rodrigo Ciampi (Flor do Cabaré), entre outros. No universo da trilha sonora original e publicidade, Marina já compôs e cantou temas para marcas como Globo Filmes, Netflix, Sbt, Fox Life, Amazon Prime e UFC. 

Elisa Monteiro iniciou os estudos ao piano com sua mãe, e ainda passou pelo canto e o violino antes de conhecer a viola. É bacharel em viola pela Universidade de São Paulo. Participou de inúmeros festivais nacionais e internacionais, tendo ocupado a cadeira de concertino e spalla em alguns deles. Foi spalla da OCAM em 2002 e trabalhou em diversas orquestras no Brasil.  Em 2006, recebeu bolsa de estudos para estudar nos Estados Unidos em De Kalb, Illinois, com Richard Young, onde ficou por três meses. Participou da Osesp como musicista convidada entre 2008 e 2012. Autodidata em artes visuais, atualmente é professora de viola do Núcleo de Música de Barueri e violista do Quinteto de Cordas de Barueri. Trabalha como freelancer em música e artes visuais e vem desenvolvendo um trabalho autoral e de improvisação livre (ao piano também) relacionando os dois campos artísticos — lançou dois álbuns solo pelo selo PMC: “Jove” (piano solo), em 2021, e “Muda” (viola solo) em 2022, gravado em Haltdalen, na Noruega. É membro do Quadril – Quarteto de Cordas, do Quinteto de Cordas de Barueri e do Lyric Ensemble. 

Vana Bock é mestre em Artes (performance) pela ECA-USP, sob orientação do Prof. Dr. Robert Suetholz. Realizou a maior parte de sua formação na Escola Municipal de Música de São Paulo, tendo como principais professores Gretchen Miller, Zigmunt Kubala, Tânia Lisboa, Ricardo Fukuda e Antônio Del Claro. De 2000 a 2003 foi bolsista da Fundação Vitae e do Ministério da Cultura, especializando-se em violoncelo e música de câmara na Academia Ferenc Liszt (Budapeste, Hungria), sob a orientação de M. Perényi, P. Szabo e G. Déri. Foi integrante das Orquestra Jazz Sinfônica por 12 anos e chefe de naipe da Orquestra Municipal de Jundiaí de 2012 a 2018. Com essa orquestra, fez a estreia latino-americana do concerto para violoncelo e orquestra, da compositora D. Tabakova, sob regência de Cláudia Feres. Atua em vários grupos de música de câmara: Duo Imaginário, Quadril Quarteto de Cordas, Neymar Dias Trio e duos de violoncelo e piano (Erika Ribeiro, Daniel Grajew e Julia Tygel). Transita com naturalidades na música popular brasileira, tendo gravado com Dori Caymi, Renato Braz, Celso Viáfora e Fabiana Cozza. É violoncelista da Orquestra Sinfônica da USP (OSUSP) desde 1998 e professora de violoncelo da Emesp desde 2009. Em 2021, foi convidada para integrar o projeto “Orquestrando o Brasil”, com a elaboração de aulas on-line para estudantes de violoncelo. Já deu aulas e palestras em festivais como: Osuspfest (SP), Femusc- Jovem (SC), 23º Encontro de Violoncelos (RS), Seminário de Pedagogia (UFMG) e IV Encontro de Cordas Flausino Valle. É graduada em Terapia Ocupacional na USP, com especialização em Saúde Mental na Unifesp. Apesar de não atuar na área, seu interesse pela saúde do músico a acompanha desde sua formação universitária.

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