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O Bate-papo de Cinema Pontos MIS realiza exibições de filmes seguidos de debates ao vivo no YouTube do Museu, buscando trazer membros da equipe dos filmes, pesquisadores da área, críticos de cinema, jornalistas e agentes cineclubistas para discutir sobre a obra e apresentar curiosidades da produção. 

Esta sessão, realizada em parceria com a Pandora filmes, exibe gratuitamente “The Square: a arte da discórdia” (dir. Ruben Östlund, Dinamarca/França/Suécia, 2017, 142 min, 14 anos), vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes 2017. O filme conta a história de Christian, um respeitado curador de arte que tenta desesperadamente atrair mais visitantes ao museu que dirige em Estocolmo. Porém, após ter o celular roubado, ele perde o controle de seu trabalho, de sua vida, e acaba provocando situações drásticas capazes de colocar em jogo os seus próprios princípios. 

O filme fica disponível on-line de 13.05 (às 18h) a 15.05 por meio deste link, e o bate-papo sobre ele, que acontece no canal do MIS no YouTube. A mediação é da Giuliana Monteiro, diretora e roteirista. 

Sobre o filme:
The Square: A arte da discórdia

(dir. Ruben Östlund, Dinamarca/França/Suécia, 2017, 142 min, 14 anos) 
Christian é o respeitado curador de um museu de arte contemporânea, um pai de dois filhos, divorciado, mas dedicado, que dirige um carro elétrico e apoia boas causas. Sua próxima mostra é “The Square”, uma instalação que convida os transeuntes ao altruísmo, lembrando-os de seu papel como seres humanos responsáveis. Mas às vezes é difícil viver de acordo com seus próprios ideais: a resposta tola de Christian ao roubo de seu telefone o arrasta para situações vergonhosas. Enquanto isso, a agência de relações públicas do museu criou uma campanha inesperada. A resposta é exagerada e coloca Christian, assim como o museu, em uma crise existencial.

Sobre a convidada
Luciara Ribeiro
é educadora, pesquisadora e curadora. Interessa-se por questões relacionadas a descolonização da educação e das artes e pelo estudo das artes não ocidentais, em especial as africanas, afro-brasileiras e ameríndias. É mestra em História da Arte pela Universidade de Salamanca (USAL, Espanha, 2018), onde foi bolsista da Fundación Carolina, e pelo Programa de Pós-Graduação em História da Arte da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP, 2019), onde foi bolsista CAPES. É graduada em História da Arte pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP, 2014) com intercâmbio na Universidade de Salamanca (USAL, Espanha, 2012). É técnica em Museologia pela Escola Técnica Estadual de São Paulo (ETEC, 2015). Atualmente é docente no Departamento de Artes da Faculdade Santa Marcelina. 

Sobre a mediadora: 
Giuliana Monteiro
é roteirista e diretora nascida em São Paulo. Formada em Multimeios pela PUC-SP, trabalhou como produtora durante oito anos antes de dirigir seus primeiros projetos. Em 2011, mudou-se para Nova York com uma bolsa de estudos para cursar o mestrado em roteiro e direção de filmes na Universidade de Nova York (NYU, Tisch School of the Arts). Dirigiu e roteirizou seis projetos de curta-metragem nos últimos três anos – os curtas “Raízes” (experimental), “Margarete 6422” (documentário), “Stay” (ficção), “Felicidade” (ficção) e “Eu não digo adeus, digo até logo” (ficção) – partindo de uma linguagem mais documental para ficção. 

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